segunda-feira, 13 de maio de 2013
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Cinco Forças Competitivas de Michael Porter (Turma: 1º Período de SI - 2013.1)
O artigo constante no link abaixo será discutido na nossa aula de hoje, 12/04/2013.
Favor, levar impresso.
http://www.ppgeconomia.ufpa.br/documentos/DissertacaoLeandroCangussu-Cap2.pdf
terça-feira, 5 de março de 2013
Atividades do Profissional de Sistema de Informação
http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/ciencias-exatas-informatica/sistemas-informacao-687951.shtml
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Estudo de Caso: Distribuidora de Medicamentos - (Turma 4º Período SI - UNDB - Noturno)
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Estudo de Caso: Transportadora - (Turma 7º Período SI - UNDB - Noturno)
Quando a carreta chega pra ser descarregada, o setor operacional recebe o manifesto e insere todos os conhecimentos no sistema. Cada conhecimento possui: transportadora, numero, emissao, recepcao, nf, cnpj_remetente, doc_destinatario, peso, volume, icms, valor_frete, valor_mercadoria. Cabe ressaltar que tanto o remetente como o destinatario possui informações semelhantes, como: nome, endereco, bairro, cidade, uf, cep, complemento, fone1, fone2, email, contato entre outros.
Devido ao número de carretas que chegam na empresa e principalmente a quantidade de conhecimentos que precisam ser digitados objetivando gerar posteriormente o romaneio de entrega, a transportadora tem uma rotina de importação de conhecimentos em parceria com algumas transportadoras, o que agiliza o processo da empresa, pois ao invés de inserir, um a um, o sistema apenas faz a leitura de todos os conhecimentos e insere no sistema.
Para que a transportadora faça as entregas das mercadoria que chegou na empresa, é necessário que se gere um romaneio de entrega, onde será gerado automaticamente o número do romaneio e a data do mesmo. O operador informará o motorista, a placa, os entregadores. Após isso, ele lançará todos os conhecimentos que farão parte desse romaneio, indicando a transportadora, CTRC.
Antes do motorista sair para fazer as entregas, ele recebe um romaneio assinado pelo conferente com todos os conhecimentos que ele entregará, e ao retornar ele assina esse documento para prestação de contas.
Como a maior parte dos conhecimentos são entregues, a empresa possui uma rotina onde o operador apenas digita o número do romaneio e confirma a baixa de todos os conhecimentos presentes. Mas, uma vez por outra, acontece de um ou outro conhecimento não ser entregue. Quando isso acontece, o operador entra numa rotina de devolução de conhecimento, onde ele informará tanto o número do romaneio, como a transportadora e o número do conhecimento devolvido. Além disso, ele informará o tipo da devolução, que pode ser: endereço não encontrado, pedido não realizado, frete não pago, entre outros.
A empresa possui uma rotina de pagamento chamada de RPA, onde para cada RPA inserido é informado as receitas que compõem este RPA e as despesas do mesmo gerando um saldo líquido. Quando esse saldo é maior que zero, o operador informará se o pagamento será feito em: dinheiro, cheque ou dinheiro+cheque.
Quando o pagamento é feito apenas em dinheiro, o operador escolhe a conta corrente e ao confirmar a inserção do RPA, o sistema lança automaticamente uma saída no fluxo de caixa da empresa. Quando o pagamento é feito apenas em cheque, o operador terá que lançar todos os dados do cheque: banco, agencia, conta_corrente, numero. Ao confirmar a inserção da RPA, o sistema lança esse cheque automaticamente no Contas a Pagar, onde o mesmo só será baixado após a compensação do mesmo na conta corrente da empresa. Caso a RPA seja paga com dinheiro e cheque, acontecerá os lançamentos das rotinas acima mencionada.
Como toda empresa, a mesma possui um financeiro composto de Contas a Pagar, Contas a Receber , Fluxo de Caixa, Plano de Contas e Contas Corrente. Como a empresa recebe suas receitas das transportadoras, fica evidente que as transportadoras são Clientes da empresa. No caso dos motoristas, funcionários, prestadores de serviços e outros, podemos classificá-los como Fornecedores.
Com o objetivo de controlar as despesas e receitas por transportadora, foi inserido no sistema da transportadora um módulo chamado Centro de Custo, onde o financeiro poderá detalhar tanto os recebimentos como os pagamentos por transportadora, possibilitando uma visão geral ao diretor da empresa da vida financeira da sua empresa por transportadora.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Características da Informação - (Turma: 1º Período - Fundamentos de Sistema de Informação - 1º Período Noturno - UNDB - 2013.1)
Completa: contém todos fatos importantes;
Econômica: valor informação x custo produção;
Flexível: pode ser usada diversas finalidades;
Confiável: dependente método coleta dados;
Relevante: importante para tomador decisões;
Simples: evitar sobrecarga, alta complexidade;
Em tempo: enviada quando necessária;
Verificável: pode ser checada através outras fontes.
Leia o case de sucesso constante no link abaixo e destaque cada característica possível.
Fonte: http://www.hipernoticias.com.br/TNX/conteudo.php?cid=625&sid=173
Atividade a ser postada até o dia: 26/02/2013
A Importância da Tecnologia da Informação para Contabilidade (Turma: 1º Período de Ciências Contábeis - Noturno - UNDB - 2013.1)
Atividade a ser postada até 20/02/2013
Introdução a Informática (Turma: 1º Período de Ciências Contábeis - Noturno - UNDB - 2013.1)
Baseado no link acima, responda as questões abaixo.
Atividade a ser postada até 22/02/2013
1. Descreva as contribuições de Charles Babbage e Blaise Pascal, quanto a história da computação.
2. Mencione quando foi criado o 1º computador eletrônico de grande porte e quais suas características.
3. Qual foi o componente que possibilitou que o computador fosse criado em série.
4. Comente o que levou a criação do CHIP.
5. Mencione e defina as categorias dos CHIPS.
6. Mencione a diferença entre Microcomputador e Microprocessador.
7. Defina CPU.
8. Mencione as operações básicas que um computador executa constantemente.
9. Quanto a capacidade de armazenamento de informação, defina:
a) BIT
b) BYTE
c) KYLOBYTE
d) MEGABYTE
e) GIGABYTE
f) TERABYTE
10. Baseado na capacidade de armazenamento de informação, e diante dos computadores modernos que existem, os dados que são armazenados no computador usa qual medida?
11. Descreva a diferença entre memória RAM e ROM.
12. Mencione alguns componentes que são usados como memória secundária.
13. Defina e exemplifique:
a) Periféricos de entrada.
b) Periféricos de saída.
c) Periféricos de entrada e saída.
14. Conceitue software e sistema operacional.
15. Dentro do que foi estudado, quais são os principais itens que se deve observar quando se vai comprar um computador.
Sistemas: Conceito e Componentes - (Turma: 1º Período - Fundamentos de Sistema de Informação - Noturno - UNDB - 2013.1)
Sistema: conjunto de elementos ou componentes que interagem para se atingir objetivos
Componentes
Simples: é o que possui poucos elementos ou componentes, e a relação ou interação entre os elementos é descomplicada e direta.
Complexo: tem muitos elementos que são altamente relacionados e inter-conectados.
Aberto: interage com seu ambiente, há um fluxo de entradas e saídas por todos os limites do sistema.
Fechado: Não há qualquer interação com o ambiente em um sistema fechado.
Estável: é aquele em que as mudanças no ambiente resultam em pouca ou nenhuma mudança no sistema.
Dinâmico: é o que sofre mudanças rápidas e constantes devido às mudanças no seu ambiente.
Adaptável: é o que responde ao ambiente mutável. É o que monitora o ambiente e recebe modificações em resposta às mudanças no ambiente.
Não-adaptável: é o que não muda com um ambiente mutável.
Permanente: é o que existe ou existirá por um longo período de tempo, geralmente uns 10 anos ou mais. Muitas empresas são sistemas permanentes.
Temporário: é o que não existirá por um longo período de tempo.
Atividade a ser postada até o dia: 05/03/2013
Baseado nos conceitos acima, mencione um exemplo de um sistema (Universitário, Hospitalar, Indústria, Saúde, Solar, etc), indicando todos os componentes do sistema. Ao mencionar o sistema, explique, por exemplo: se o mesmo é simples ou complexo. Se for simples, explique o porque e o porque dele não ser complexo. Faça isso para todos os componentes.
Ao final, mencione o objetivo do sistema, entradas, processamento e saída.
4 ferramentas para criar apresentações incríveis
4 ferramentas para criar apresentações incríveis: 1. Haiku Deck
A plataforma permite que você crie slides com imagens de fundo e uma pequena quantidade de textos. Ela fornece uma galeria de imagens para escolher e utiliza palavras em seu slide para ajudar a encontrar o fundo ideal. Além disso, você tem a opção de enviar as suas próprias fotos.4 ferramentas para criar apresentações incríveis: 2. Prezi
A ferramenta é gratuita e utiliza uma única tela ao invés de lâmias ou slides. Todas as suas informações ficam reunidas em uma única página da maneira que você preferir organizá-las. Você pode criar caminhos em torno da sua tela para que o texto, as imagens e os vídeos apareçam na ordem que você escolher. Existem modelos prontos de apresentação e você pode criar os seus da maneira como preferir.4 ferramentas para criar apresentações incríveis: 3. ScreenChomp
O ScreenChomp é um aplicativo de captura de tela que possui uma interface amigável e permite que o usuário grave escrita e voz de acordo com o que aparece na tela. Os vídeos podem ser salvos pelo aplicativo e enviados para uma rede social ou e-mails. É ótimo para a criação de tutoriais.4 ferramentas para criar apresentações incríveis: 4. SnapGuide
O aplicativo gratuito permite que os usuários criem seus próprios passo-a-passo incluindo textos, imagens e vídeos. A ferramenta é útil se o seu trabalho deve ensinar algo, com instruções ou orientações.sexta-feira, 6 de maio de 2011
Palestra: Perícia Criminal
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Sistemas: Conceitos e Componentes - (Turma: Fundamentos de Sistema de Informação - Noturno - UNDB - 2011.1)
Componentes
Simples: é o que possui poucos elementos ou componentes, e a relação ou interação entre os elementos é descomplicada e direta.
Complexo: tem muitos elementos que são altamente relacionados e inter-conectados.
Aberto: interage com seu ambiente, há um fluxo de entradas e saídas por todos os limites do sistema.
Fechado: Não há qualquer interação com o ambiente em um sistema fechado.
Estável: é aquele em que as mudanças no ambiente resultam em pouca ou nenhuma mudança no sistema.
Dinâmico: é o que sofre mudanças rápidas e constantes devido às mudanças no seu ambiente.
Adaptável: é o que responde ao ambiente mutável. É o que monitora o ambiente e recebe modificações em resposta às mudanças no ambiente.
Não-adaptável: é o que não muda com um ambiente mutável.
Permanente: é o que existe ou existirá por um longo período de tempo, geralmente uns 10 anos ou mais. Muitas empresas são sistemas permanentes.
Temporário: é o que não existirá por um longo período de tempo.
Atividade a ser postada até o dia: 25/03/2011
Baseado nos conceitos acima, mencione um exemplo de um sistema (Universitário, Hospitalar, Indústria, Saúde, Solar, etc), indicando todos os componentes do sistema. Ao mecionar o componente, explique, por exemplo: se o mesmo é simples ou complexo. Se for simples, explique o porque e o porque dele não ser complexo. Faça isso para todos os componentes.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Sistema de Informação Baseado em Computador - (Turma: Fundamentos de Sistema de Informação - UNDB - 2010.2)
Atividade a ser postada até o dia 22/09/2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Sistemas: Conceitos e Componentes - (Turma: Sistema Integrado de Gestão - Noturno - FAMA - 2010.2)
Componentes
Simples: é o que possui poucos elementos ou componentes, e a relação ou interação entre os elementos é descomplicada e direta.
Complexo: tem muitos elementos que são altamente relacionados e inter-conectados.
Aberto: interage com seu ambiente, há um fluxo de entradas e saídas por todos os limites do sistema.
Fechado: Não há qualquer interação com o ambiente em um sistema fechado.
Estável: é aquele em que as mudanças no ambiente resultam em pouca ou nenhuma mudança no sistema.
Dinâmico: é o que sofre mudanças rápidas e constantes devido às mudanças no seu ambiente.
Adaptável: é o que responde ao ambiente mutável. É o que monitora o ambiente e recebe modificações em resposta às mudanças no ambiente.
Não-adaptável: é o que não muda com um ambiente mutável.
Permanente: é o que existe ou existirá por um longo período de tempo, geralmente uns 10 anos ou mais. Muitas empresas são sistemas permanentes.
Temporário: é o que não existirá por um longo período de tempo.
Atividade a ser postada até o dia: 28/09/2010
Baseado nos conceitos acima, mencione um exemplo de um sistema (Universitário, Hospitalar, Indústria, etc), indicando todos os componentes do sistema. Ao mecionar o componente, explique, por exemplo: se o mesmo é simples ou complexo. Se for simples, explique o porque e o porque dele não ser complexo. Faça isso para todos os componentes.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Jargões da Administração
Visitem o link abaixo e enriqueçam o seu conhecimento sobre os jargões utilizados na administração, para que vocês não fiquem desorientados em meio a uma conversa de administradores.
http://planejada.blogspot.com/2009/06/jargoes-corporativos.html#comment-form
sexta-feira, 19 de março de 2010
Alunos não usam sistemas virtuais para comunicar e interagir
Acessem o link abaixo e comentem onde vocês se enquandram neste processo.
http://www.educacaofisica.com.br/noticias_mostrar.asp?id=8350
sábado, 6 de março de 2010
WebChatFreeNode - Ubuntu Brasil
Se vocês desejarem um suporte on-line da comunidade ubuntu, eis o link.
WebChatFreeNode - Ubuntu Brasil
quinta-feira, 4 de março de 2010
Auditor: justiceiro ou parceiro?
Através de controles internos e ferramentas apropriadas, o auditor tem uma visão aguçada, que lhe proporciona enxergar os erros com mais facilidade, através das ferramentas de checagem e inspeção, que são de fundamental importância para o profissional de sistemas.
Numa organização, o centro de tecnologia da informação, também conhecido como C.P.D., possui um ambiente de segurança lógica e física, com suas operações reservadas, em ambientes controlados. Estes, são precisamente os pontos essenciais do trabalho executado por um especialista de sistemas em apoio à auditoria contábil.
No entanto, ao invés do especialista em sistemas fazer uma parceria com o auditor, e
buscar melhores soluções para a organização, cria-se um atrito de ambos os lados, pois os mesmos buscam usar ao extremo o seu conhecimento para provar quem está errado, ao invés de buscar o bem da organização. Em geral, acaba‑se por não tirar proveito dos benefícios e perde‑se a oportunidade de se aprender um pouco mais sobre como administrar convenientemente uma relação profissional.
Portanto, faz-se necessário que o profissional de sistemas passe a ter uma atitude positivamente crítica aliada aos conhecimentos técnicos necessários, afim de efetuar uma intensa avaliação de sistemas, não apenas os tradicionais da área financeira, oferecendo a organização algo a mais que a ajude em seus problemas.
Para que o auditor se torne um parceiro da organização, ele precisa ter uma participação plena nas decisões estratégicas da empresa, proporcionando serviços especializados em avaliação de sistemas, de forma ampla, nas mais diversas aplicações, apresentando sugestões que a ajudem a se manter atuante em seu negócio, e não apenas um prestador de serviços, indiferente e contido.
Sistema de Informação: Características da Informação
Portanto, é fundamental que o método utilizado para captar os dados seja extremamente eficiente, testado, retestado, afim de evitar falhas no processo e consequentemente, gerar informação que oriente o profissional nas suas decisões, as quais poderão maximizar o lucro e minimizar o custo da organização, ou, no caso de falhas, estas decisões equívocadas, poderão gerar grandes prejuízos sociais e/ou econômicos. Por esse motivo, a importância da informação pode apresentar várias diferenças dependendo do valor que é atribuído para cada uma das suas características, conforme podemos observar abaixo:
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Configuração da Sequência do Boot
Configurar a sequência do boot é de fundamental relevância para os usuários que estão começando a trabalhar com dois sistemas operacionais, por exemplo: Windows e Linux, e que deseja rodar sua versão do Linux direto do CD, e sua máquina não está configurada para que o boot inicie primeiro pelo CD.
Para a realização deste processo, é necessário que o usuário tenha certa experiência na configuração da máquina, principalmente, quanto a configuração de hardware. Dependendo da máquina que você está trabalhando, para trocar a sequência do boot, você terá que pressionar a tecla DEL, F2 ou outra, a qual será listada no momento em que a máquina é ligada, afim de acessar o setup da máquina. Após isso, você terá que usar o teclado, as teclas de navegação, para acessar a opção do boot, e seguir as instruções do setup para alterar a sequência desejada. Abaixo, segue uma breve explicação sobre a Sequência do Boot, que será de ajuda para usuários que estão começando a utilizar essa opção.
Boot Sequence > Durante o processo de boot, o BIOS checa todos os drives disponíveis no sistema, tanto HDs quanto disquetes e até mesmo CD-ROMs. Após sondar para descobrir quais estão disponíveis, o BIOS procura o sistema operacional, passando para ele o controle do sistema. Esta opção permite escolher a seqüência na qual os drives serão checados durante o boot:
A, C : Esta é a opção mais comum. O BIOS irá checar primeiro o drive de disquete à procura de algum sistema operacional e, caso não encontre nada, procurará no disco rígido. Caso você escolha esta opção, jamais poderá deixar um disquete no drive quando for inicializar o sistema, pois, caso contrário, o BIOS tentará sempre dar o boot através dele.
C, A : O disco rígido será checado primeiro, e em seguida o drive de disquete. Selecionando esta opção, o boot demorará algumas frações de segundo a menos e você poderá esquecer disquetes dentro do drive, já que o boot será sempre dado através do disco rígido.
C only : Será checado somente o disco rígido. Quando for necessário dar um boot via disquete, será preciso entrar novamente no Setup e mudar a opção para A, C.
BIOS mais recentes também suportam boot através de um CD-ROM, o qual deverá estar obrigatoriamente ligado numa controladora IDE, pois o BIOS não tem condições de detectar um CD-ROM antigo, ligado em uma placa de som. Neste caso, além das opções de seqüência de boot anteriores, apareceriam opções como “A, C, CD-ROM” ou “CD-ROM, C, A”.
1st Boot, 2nd Boot, 3rd Boot e 4th Boot > Esta opção equivale à anterior, mas é encontrada em BIOS AMI. Basta configurar a ordem da maneira mais conveniente, escolhendo entre drive de disquetes, HD e CD-ROM.
Vocês verão que não é algo tão complicado assim de fazer, e que uma vez que você estude, pesquisando em revistas, livros, e principalmente na internet, aprenderão a trocar a sequência do boot, e assim usar o CD com sua versão do Linux. Só lembrando, que este processo só precisa ser configurado apenas uma vez, e que nas outras vezes que você for usar sua máquina, essa configuração, que já foi alterada e salva, permanecerá para uso indefinido, até que você altere novamente, se assim desejar.
